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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A LENDA DA BORBOLETA



Na folha do coqueiro, uma lagarta balançava-se ao sopro do vento. Era de se pensar que fosse feliz. Contudo, vivia triste.
Dentro de seu casulo só havia solidão. Ela queria liberdade. Desejava voar pelo bosque, respirar ares novos.
Nisso passou por ali uma linda borboleta azul. Fazia graciosas e rápidas evoluções, de modo a causar inveja à lagarta, que, amargurada, resmungou: “Ah! Se eu pudesse ser uma borboleta!”
A borboleta ouviu e lhe disse: “Minha amiga, você pode ser uma borboleta. Mas, para isso, precisa morrer”.
“Morrer, não! Tenho muito medo”, respondeu a lagarta. A borboleta confirmou mais uma vez: “Sim, minha amiga, para ser uma borboleta, você precisa morrer como lagarta”.
A lagarta entendeu. Passou por um breve sono, transformou-se em uma linda borboleta e saiu voando pelo bosque.
O Evangelho fala que devemos passar por uma “mudança” da mente e do coração. Precisamos morrer para o pecado para dar lugar à vida nova da Graça divina.
Desse-nos o Senhor: “Quem quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois aquele que quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas aquele que perder a vida por causa de mim, vai encontrá-la” (Mt 16,24-25).
Disse ainda Jesus: “Em verdade, em verdade, vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morrer, permanecerá só; mas, se morrer, produzirá muito fruto” (Jô 12,24).

Fonte: Livros Lendas e fatos à luz da fé.

Pe. Luiz Cechinato

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